
A vereadora Tatiana Medeiros (PSB) permanecerá em prisão domiciliar após decisão unânime do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí. Além de continuar afastada de seu cargo, ela segue obrigada a usar tornozeleira eletrônica e está proibida de sair de sua residência.
A defesa da parlamentar havia solicitado, no dia 29 de novembro, a revogação da prisão domiciliar e a reabertura da ONG Vamos Juntos, mas o pedido foi negado. A sessão que manteve a decisão ocorreu na terça-feira, 16 de dezembro, sendo a última Sessão Judiciária Ordinária por videoconferência de 2025. O colegiado só voltará a se reunir para julgamento de processos a partir de 21 de janeiro de 2026.
Tatiana Medeiros está presa desde abril de 2024, acusada de envolvimento com facção criminosa, corrupção eleitoral e uso de recursos ilícitos para financiar sua campanha. Em junho do mesmo ano, a juíza Júnia Maria converteu sua prisão preventiva em prisão domiciliar.
O namorado da vereadora, Alandilson Cardoso, também está preso. Ele é acusado de integrar uma organização criminosa que utilizava empresas para lavar dinheiro proveniente do tráfico de drogas.
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