
A Comissão de Ética do Partido dos Trabalhadores abriu um procedimento para apurar a conduta da vereadora Adriana Fontenele, a “Adriana enfermeira”, da cidade de Piracuruca, que foi afastada do cargo sob a acusação de envolvimento com o crime organizado. A parlamentar foi um dos alvos da Operação Escudo Eleitoral III.
Por determinação da Justiça Eleitoral, a Polícia Federal cumpriu 13 mandados nas cidades de Piracuruca, no Piauí, e em Águas Lindas, em Goiás. Os principais alvos da operação foram a vereadora Adriana e a servidora da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), Maria Thamires.
As duas investigadas foram afastadas de suas funções públicas. De acordo com as investigações, recursos oriundos do crime organizado teriam sido utilizados para financiar a campanha de Adriana em 2024.
Eleita com 1.020 votos, Adriana ocupava a vice-presidência da Câmara Municipal de Piracuruca. Diante das acusações, o PT ameaça expulsá-la do partido.
Até o momento, a vereadora não se manifestou sobre o caso.
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