
O Pacto pelas Crianças do Piauí, coordenado pela primeira-dama, Isabel Fonteles, em parceria com a Uespi, a secretaria da Educação (Seduc) e a Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABRI), deve lançar em agosto, uma nova edição do curso de brinquedista. A iniciativa visa a capacitação profissional para valorização do brincar como elemento estratégico no processo de alfabetização, além de dinamizar espaços de brinquedotecas em diferentes lugares.
Direcionado a professores e educadores, o curso aborda temas como a organização de brinquedotecas hospitalares, escolares e universitárias, além de práticas sustentáveis como as eco-brinquedotecas, proposta que prioriza o reaproveitamento de materiais.
“Brincar é coisa séria! Brincar com intencionalidade é muito importante para o desenvolvimento das crianças . É através das brincadeiras que elas descobrem o mundo, se socializam e aprendem” ressalta Isabel Fonteles.

Especialistas dizem que a ação de brincar desempenha um papel fundamental no desenvolvimento da criança, tornando a aprendizagem mais prazerosa, significativa e eficaz. Ao integrar o lúdico no ensino, os educadores podem despertar o interesse, estimular a criatividade e a interação social, além de facilitar a compreensão e a internalização dos conceitos de leitura e escrita.
O primeiro curso de brinquedista, realizado no ano passado, teve duração de 2 meses e ofertou 70 vagas. O conteúdo visa não apenas a formação teórica, mas a aplicação prática do aprendizado em contextos diversificados, uma verdadeira imersão no universo das brinquedotecas.

Alzira Santos, 50, é professora e atua no Programa Piauiense de Alfabetização na Idade Certa (PPAIC). Ela se formou na primeira turma e destaca o quanto a experiência acrescentou à vida profissional e pessoal.
“Nos fez ver que o brincar não tem idade e que ele beneficia o desenvolvimento pessoal, social, emocional, afetiva, todas as áreas da vida humana. Participar deste curso abriu minha mente para a importância do brincar, e mostrou-me que se aplicado de forma correta, ele vai além da brincadeira, mas perpassa pela formação individual de forma integral” considera.
A formação em brinquedista abre também oportunidades de trabalho que vão além da sala de aula. “Esses profissionais podem atuar nos espaços lúdicos do Estado como brinquedotecas, em restaurantes que possuem espaço lúdico e também colocarem seus próprios espaços. Não são apenas pessoas que estão ali para “olhar” a criança para que ela não se machuque. São profissionais que utilizam a brincadeira como meio de interação, de diversão e de aprendizagem” complementa a Isabel Fonteles.
“É o brincar como ferramenta para promover o desenvolvimento integral da criança. Isso envolve desde a escolha dos materiais, que podem ser inclusive recicláveis, a organizar do espaço para propor desafios que estimulem a aprendizagem de forma significativa” finaliza Isabel.
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