
Motoristas demitidos da empresa de ônibus Expresso Rei de França (antiga 1001) bloqueiam os acessos ao Terminal de Integração da Cohab, em São Luís, na manhã desta segunda-feira (30).
Os trabalhadores reivindicam direitos trabalhistas e relatam atraso de meses no pagamento de salários. A manifestação ocorre após a empresa confirmar, na semana passada, uma paralisação temporária dos serviços.
O protesto impede o acesso de ônibus urbanos e semiurbanos ao terminal, o que tem provocado acúmulo de passageiros na área externa, à espera de transporte.
As empresas de ônibus Expresso Rei de França (antiga 1001) e Expresso Grapiúna, que integram o Consórcio Via SL, emitiram uma nota na última sexta-feira (27), confirmando a paralisação temporária de suas operações no transporte público de São Luís, que teve início na última quarta-feira (25). De acordo com o Consórcio Via SL, a interrupção das atividades foi oficializada após uma reunião realizada na garagem das empresas e é motivada pela incapacidade financeira de manter os serviços sem a regularização de repasses devidos pelo poder público.
Motivos da paralisação de ônibus e crise no sistema
De acordo com a administração da Expresso Rei de França e Expresso Grapiúna, a atual crise é decorrente da inadimplência da Prefeitura de São Luís em relação aos subsídios do sistema, afetando diretamente o Consórcio Via SL. As empresas alegam que os repasses de outubro, novembro e dezembro de 2025 não foram integralmente pagos.
Crime Justiça condena estado e município a indenizar família de mecânico morto em operação policial no MA
Justiça Justiça autoriza saída temporária de 739 presos na Grande São Luís durante a Páscoa
Município Lula oficializa posse de terras para quilombolas de Alcântara após décadas de conflitos
Mín. 22° Máx. 30°