
Nesta quinta-feira (18), a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco-IE) iniciou a Operação Pax Stadium, contra integrantes de torcidas organizadas envolvidos em crimes, como roubos.
O delegado Álvaro Gomez, titular da Draco, disse que a investigação começou em maio. “Identificamos que criminosos estão se utilizando da estrutura das torcidas”, disse. “Tivemos casos de fechamento de linha de trem, pessoas que subiram no teto de um ônibus, agressões gratuitas, roubos”, enumerou.
Até a última atualização desta reportagem, 1 homem havia sido preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo. Na Ilha do Governador, 1 suspeito foi morto durante confronto com uma equipe da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).
Na última semana, um torcedor vascaíno foi baleado e morreu; outro foi atingido no pé; e um torcedor foi morto a pauladas.
Um dos grupos investigados, a Torcida Jovem Fla (TJF) havia sido banida dos estádios por 5 anos e, no dia de seu retorno, protagonizou cenas de violência em Copacabana, além de tumultos na Ponte Rio-Niterói e na linha férrea do ramal Marechal Hermes, na Zona Oeste.
Em consequência, o Juizado do Torcedor suspendeu nesta terça-feira (16) a entrada da Torcida Jovem Fla de qualquer evento esportivo por 2 anos.
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