
O governador Rafael Fonteles prestigiou, na noite deste sábado (24), a posse da nova diretoria da Academia Piauiense de Letras (APL) para o biênio 2026–2028. A sessão solene foi realizada, no auditório da Casa de Lucídio Freitas, sede da instituição, e marcou a transmissão da presidência ao acadêmico Antônio Fonseca Neto, um dos 40 imortais da APL.
Instituição centenária e referência na vida intelectual do Estado, a Academia Piauiense de Letras desempenha papel estratégico na preservação da memória histórica, na produção literária e na valorização da identidade cultural do Piauí. Para o governador Rafael Fonteles, a APL é um patrimônio do povo piauiense e uma parceira fundamental no fortalecimento das políticas públicas voltadas à educação e à cultura.
Durante a cerimônia, Rafael Fonteles destacou a trajetória intelectual de Fonseca Neto e o simbolismo da solenidade ocorrer em uma data histórica para o Estado. “Todo o Piauí reconhece nele um grande professor, pesquisador e estudioso da nossa história. Tenho certeza de que dará continuidade ao belo trabalho desenvolvido pelas gestões anteriores. A Academia Piauiense de Letras é extremamente relevante porque promove cultura, educação e o orgulho piauiense. Celebramos isso em uma data simbólica, quando lembramos os 203 anos da adesão do Piauí à Independência”, afirmou o governador.

Ao lado do novo presidente, compõem a diretoria eleita o vice-presidente José Elmar de Melo Carvalho; o secretário-geral Marcelino Leal Barroso de Carvalho; a 1ª secretária Maria do Socorro Rios Magalhães; o 2º secretário Carlos Evandro Martins Eulálio; e o tesoureiro Reginaldo Miranda da Silva. A solenidade foi conduzida pela então presidente Fides Angélica Ommati, que encerra sua gestão com um legado de fortalecimento institucional, ampliação do diálogo com a sociedade e valorização das ações editoriais e culturais da Academia.
Em seu pronunciamento, Antônio Fonseca Neto ressaltou o caráter coletivo da APL e a responsabilidade de conduzir uma instituição centenária. “A presidência é exercida por um dos 40 membros, mas a Academia é essencialmente colegiada. Todos compartilham a responsabilidade por esse patrimônio cultural e literário. Suceder a professora Fides Angélica, a primeira mulher a presidir a instituição, aumenta ainda mais esse compromisso”, afirmou.

O secretário de Estado da Educação, Rodrigo Torres, também reafirmou a importância da APL para a formação das novas gerações. Segundo ele, a parceria entre a Secretaria da Educação e a Academia tem permitido a aquisição e a distribuição de obras da literatura piauiense nas escolas da rede pública estadual. “É fundamental valorizar nossos escritores e estimular o hábito da leitura desde cedo, reconhecendo a história e a cultura do Piauí”, pontuou.

Para a ex-presidente Fides Angélica, a nova gestão representa continuidade e avanço. “Fonseca Neto acompanhou de perto todas as ações da Academia e já demonstrou preparo para conduzir os trabalhos. Acredito que sua gestão será ainda mais produtiva”, afirmou.

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