
Uma suposta determinação de uma organização criminosa que atua no bairro Passaré, em Fortaleza, teria colocado fim às cobranças abusivas de estacionamento realizadas por flanelinhas no entorno do Parque Zoobotânico.
O equipamento, recentemente reinaugurado no dia 11 de abril, atraiu um grande fluxo de visitantes, o que gerou a exploração do espaço público por terceiros.
Relatos indicam que os motoristas estavam sendo coagidos a pagar taxas que variavam entre R$ 15 e R$ 30 para estacionar seus veículos na Avenida Prudente Brasil, via principal de acesso ao parque.
A prática teria gerado insatisfação generalizada na primeira semana de funcionamento do zoológico, chegando ao conhecimento do grupo que exerce domínio territorial na área. Segundo o depoimento de um comerciante local, que preferiu não se identificar por razões de segurança, a organização teria ordenado o encerramento imediato das cobranças para evitar maiores transtornos na região.
O caso reflete a complexa dinâmica de controle exercida por grupos irregulares sobre atividades urbanas e serviços prestados no entorno de equipamentos públicos da capital.
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