
Técnicos avaliam danos materiais e apuram responsabilidades, enquanto as empresas envolvidas apresentam versões distintas sobre a natureza da estrutura afetada.
O que dizem os órgãos reguladores
A Agência Nacional de Mineração informou que não houve ruptura, colapso ou comprometimento de barragens ou pilhas de mineração.
De acordo com o órgão, o evento está relacionado a uma infraestrutura localizada em área operacional, sem caracterizar falha em estruturas de rejeitos.
A agência afirmou ainda que acompanha a ocorrência e poderá aplicar sanções se forem constatadas irregularidades.
Em nota ao Portal iG, a CSN Mineração afirmou que a ocorrência se deu em uma cava pertencente à Vale, o que causou o alagamento de áreas da unidade Pires, em Ouro Preto, incluindo almoxarifado, acessos internos e oficinas.
A empresa ressaltou que todas as suas estruturas de contenção de sedimentos operam normalmente e que as autoridades competentes foram comunicadas.
Investigação do Ministério Público
Segundo o Ministério Público de Minas Gerais, por meio do Núcleo de Combate aos Crimes Ambientais (Nucrim), o rompimento ocorreu em um barramento de água na área da Vale, com extravasamento de águas pluviais na região do Terminal Água Santa.
Representantes da empresa atribuíram o fato às fortes chuvas. A Polícia Militar de Meio Ambiente fará o levantamento dos danos materiais, e um relatório técnico será produzido.
Nesta segunda-feira (26), a Defesa Civil permanece no local realizando o monitoramento da situação, enquanto a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas atua na avaliação dos impactos.
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