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Após divergências com Ciro Nogueira, Gracinha Mão Santa deve se filiar ao MDB

A deputada estadual Gracinha Mão Santa afirmou que sua filiação ao MDB, com foco na disputa pela reeleição à Assembleia Legislativa do Piauí, vai garantir sua ida para a base aliada do governador Rafael Fonteles

17/12/2025 às 08h49
Por: Fabio Brito Fonte: Assessoria
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Após divergências com Ciro Nogueira, Gracinha Mão Santa deve se filiar ao MDB

A deputada estadual Gracinha Mão Santa afirmou que sua filiação ao MDB, com foco na disputa pela reeleição à Assembleia Legislativa do Piauí, vai garantir sua ida para a base aliada do governador Rafael Fonteles. Segundo a parlamentar, o entendimento é de que, ao ingressar no MDB, que integra a base governista, passará a compor automaticamente o grupo político que dá sustentação ao Palácio de Karnak.

Gracinha declarou que já manteve conversas administrativas com o governador, mas que o diálogo político ainda não foi iniciado. De acordo com a deputada, as tratativas em andamento ocorrem com o MDB, sigla já estar alinhada ao governo estadual. Conforme relatou, existe um preestabelecimento de que, estando no MDB, o caminho natural seja marchar junto com Rafael Fonteles no próximo pleito.

“Com governador do estado, a gente conversou já diversas vezes administrativamente, mas ainda não entramos em questão política. A questão política que está havendo nesse entorno é com o MDB. Por ser base do governador, já tem um pré-estabelecimento que as coisas vão andar nesse caminho [de marchar junto com Rafael Fonteles em 2026]. Mas a nossa conversa, o nosso diálogo, porque nós ainda somos do PP, é que a gente saia [à reeleição] pelo MDB”, disse a deputada.

A parlamentar também justificou o afastamento do Progressistas, afirmando que não pretende disputar a reeleição pela atual legenda e pontuou não ter afinidade política com o PT. Segundo Gracinha, entre as opções existentes para a disputa de vagas à Assembleia Legislativa, o MDB foi o partido no qual ela identificou maior apoio político para a continuidade de seu mandato.

“Eu não tenho como sair candidata com o partido que me traiu [Progressistas] e a sigla do PT não tenho muita afinidade. Então, são três partidos para deputado estadual e o MDB é o que a gente mais viu apoio e temos longa convivência política”, ressaltou a parlamentar.

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