
O Ministério da Justiça e Segurança Pública apresentou nesta quarta-feira (19) os resultados da Operação Última Chamada, que busca combater o roubo e furto de celulares no Brasil. Desde maio foram retirados 2.400 smartphones das prisões durante operações.
“O uso do celular é uma ferramenta de articulação do crime, que atinge o dia a dia do cidadão na aplicação de golpes e outras questões relacionadas à execução de crimes letais intencionais. Por isso é tão importante a gente fechar, além de compreender essa cadeia e fechar esse ciclo com relação à atuação no sistema prisional”, afirmou o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia.
Durante a entrevista coletiva, o ministro Wellington César Lima e Silva ainda ressaltou o papel dos estados na operação ao lado do governo federal. “De fato, o que é digno de nota e registro é uma mudança radical no que diz respeito à integração e termos chamados 23 dos 27 estados nesse primeiro momento nessa iniciativa que será permanente e que viabiliza, porque fazer política de segurança pública que não esteja baseada em evidências não se sustenta. [...] E a evidência de que nós temos que consolidar e unificar base de dados; sem esse meio de mensurar e viabilizar que todas as polícias dos estados atuem, nós não teríamos êxito”, disse.
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