
Em 2027, o calendário escolar no Brasil vai mudar devido a realização da Copa do Mundo Feminina nas escolas públicas e particulares. O Governo Federal adotou algumas medidas para garantir que os jovens possam vivenciar o momento histórico.
O Lei nº 15.421, publicada em junho de 2026, apontou que o planejamento letivo vai sofrer readequação para o evento. O texto aborda diretamente o período de férias, determinando que os sistemas de ensino têm a obrigação de ajustar os calendários escolares para a Copa do Mundo Feminina.
Para que as escolas incentivem as crianças a acompanharem a Seleção Brasileira, a regra não é opcional e possui ampla abrangência. De acordo com Lei, as escolas devem organizar o ano letivo para que as férias escolares acontecem entre os dias 24 de junho e 25 de julho de 2027.
O período abrange o início e fim da Copa do Mundo Feminina. A mudança no calendário visa consolidar o legado social e esportivo do Mundial, e está em sintonia com os princípios da lei de promover e valorizar o Futebol Feminino e a igualdade de oportunidades no esporte.
Além de movimentar o dia a dia das famílias e as cidades-sede, que serão oito no total, a lei garante que, em 2027, a comunidade escolar entre totalmente no clima do Copa do Mundo, reconhecendo a relevância e a importância nacional do Mundial.
Brasil é sede da Copa do Mundo Feminina
Pela primeira vez a América do Sul vai sediar uma Copa do Mundo Feminina, e o Brasil foi o escolhido. O país vai receber 32 seleções e 64 partidas distribuídas em oito estádios. As cidades-sde são: São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife e Salvador.
Até o momento, 14 seleções já estão garantidas no Mundial, entre eles o Brasil, que é o país-sede. As outras classificadas são a Austrália, China, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Filipinas, Japão, Nova Zelândia, Alemanha, Argentina, Colômbia, Dinamarca, Espanha e França.
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