
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prevê para esta quarta-feira (26/2) o anúncio sobre a liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quem foi demitido e não conseguiu acessar os recursos por ter escolhido pelo saque-aniversário.
A expectativa é de que o anúncio aconteça com a presença do chefe do Palácio do Planalto, representantes das centrais sindicais, além do ministro do Trabalho, Luiz Marinho, e do presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira. O evento para anúncio da medida ocorreria nesta terça-feira (25/2) e foi adiado para quarta.
O saque-aniversário foi instituído ainda durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), em 2020. A medida permite que o trabalhador saque parte do FGTS uma vez por ano, no entanto, a legislação em vigor retira o direito de que o trabalhador recolha a totalidade dos recursos da conta caso seja demitido sem justa causa.
Segundo dados da Caixa, o saque-aniversário movimentou R$ 47,4 bilhões, considerando os saques realizados e a antecipação dos valores. A instituição financeira também informou que há 37,6 milhões de adesões ativas a essa modalidade.
A mudança no saque-aniversário é mais uma tentativa do governo Lula em busca de ampliar a população. A última pesquisa Datafolha mostrou que a aprovação da terceira gestão do petista saiu de 35%, em dezembro, para 24%, em fevereiro.
Dessa forma, Lula tem mirado em medidas mais populares, com o intuito de reverter o cenário de desaprovação e tentar a reeleição em 2026.
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