
O delegado Abimael Silva, responsável pelo inquérito do caso de envenenamento em Parnaíba, negou veementemente que a prisão de Lucélia Maria da Conceição Silva tenha sido baseada em suposições. Ele esclareceu que a investigação conduzida pela Polícia Civil foi baseada em evidências concretas.
Lucélia foi liberada após a perícia do Instituto Médico Legal (IML) comprovar que os cajus doados a João Miguel e Ulisses não estavam envenenados. Abimael Silva destacou que:
- Os cajus foram coletados imediatamente após o ocorrido e estavam sob custódia do IML.
O delegado também afirmou que não foi ele quem solicitou a prisão de Lucélia em agosto de 2024. Agora, ele segue com novas diligências, solicitadas pelo Ministério Público, após a soltura de Lucélia e a prisão do padrasto das vítimas, Francisco de Assis Pereira.
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