
Segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica, o Brasil continua adquirindo milho paraguaio, inclusive já visando a próxima safra. O mercado, no entanto, permanece estático em termos de negociações e indicações, tanto para o mercado interno quanto para exportação. No Paraguai, os preços giram em torno de US$ 170 por tonelada nas indústrias avícolas próximas a Assunção, com valores variando entre US$ 160 e US$ 170 em regiões como San Pedro, Amambay e Itapúa. Para as regiões de Caazapá e Guairá, o preço sobe para cerca de US$ 180 por tonelada. No Brasil, a demanda foi temporariamente impactada pelo feriado.
No cenário global, os preços do milho FOB apresentaram estabilidade, com o milho americano cotado a US$ 212, o argentino a US$ 210 e o brasileiro a US$ 219 por tonelada. Na Europa, os valores são mais altos, atingindo US$ 225 na França e US$ 230 na Romênia, enquanto os mercados russos e ucranianos mantêm-se competitivos a US$ 210. Na Argentina, os preços para entrega imediata registraram queda para A$ 180 mil por tonelada, enquanto as cotações futuras no MATBA fecharam em leve alta a US$ 187,50 para abril.
Na China, o mercado de milho sofreu recuo após dois dias de alta, com quedas de 11 CNY/t para janeiro e 4 CNY/t para março. Produtos derivados, como amido de milho, também registraram reduções, enquanto o mercado de suínos apresentou recuperação, encerrando nove dias consecutivos de perdas.
Esses dados evidenciam uma competição acirrada no mercado internacional de milho, com destaque para a resiliência dos exportadores sul-americanos e o dinamismo das negociações no Paraguai, que continua sendo um parceiro estratégico do Brasil.
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