
O mercado de milho no Brasil segue com compradores focados em cotações para dezembro, enquanto vendedores ajustam suas pedidas. Segundo a TF Agroeconômica, os prêmios em Paranaguá apresentaram os seguintes números: para novembro, o prêmio de venda ficou em 108 (sV), com compra indicada como "Z" e base Z4; para dezembro, o prêmio foi de 110 (-31), com compra registrada em "sC (127)" também na base Z4. Não houve registros de prêmios para os meses de janeiro, fevereiro, julho e agosto, mantendo o foco nas negociações para o final do ano.
Na China, o mercado de milho fechou em alta, com acréscimos de 22 CNY/t para contratos de janeiro e 18 CNY/t para março. O amido de milho também subiu 18 CNY/t e 16 CNY/t para os mesmos períodos, respectivamente. No entanto, os ovos apresentaram quedas de 16 CNY/500kg em novembro e 41 CNY/500kg em dezembro. Já as cotações de suínos tiveram uma dinâmica mista, com baixa de 475 CNY/t para novembro, mas alta de 50 CNY/t para janeiro.
Na Argentina, a cautela predominou, mesmo com a recuperação observada na Bolsa de Chicago. Ofertas de compra para mercadorias contratuais mantiveram-se entre estáveis e baixistas, com preços em torno de A$ 180 mil/t e fixações próximas de A$ 175 mil/t. O preço MATBA para abril oscilou para US$ 186,20, abaixo dos US$ 186,60 do dia anterior, enquanto Chicago registrou US$ 164,96.
Os movimentos refletem o impacto de diversos fatores locais e internacionais, incluindo ajustes na demanda chinesa, flutuações nos prêmios brasileiros e a reação do mercado argentino frente às incertezas. O cenário destaca a necessidade de monitoramento constante pelos agentes envolvidos na cadeia do milho.
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