
Equipes do Ministério Público, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged) e das polícias Civil e Militar deflagraram a Operação Ossos do Ofício nessa quarta-feira, 10, em Imperatriz. Os órgãos reunidos apuraram denúncias de utilização de ossos em alimentação de animais ruminantes e de abate clandestino de suínos.
Para averiguar as denúncias, uma das equipes se deslocou até o local onde se encontravam os ossos e ao mesmo tempo para a indústria onde supostamente era direcionada a farinha de osso para produção de sal e ração.
O consumo de farinha de osso pode ser um fator desencadeante para a Encefalopatia Espongiforme Bovina, popularmente conhecida como doença da vaca louca.
Outra equipe foi deslocada para avaliar a criação e o abate de suínos próximos ao matadouro público municipal de Imperatriz. Os agentes encontraram os animais alojados em condições precárias, e o local de abate de suínos era inadequado, não obedecendo a legislação sanitária vigente.
Os responsáveis pelo abate clandestino de suínos e responsáveis pela empresa de ração animal foram conduzidos para delegacia para prestar depoimentos e um Termo Circunstanciado de Ocorrência – TCO foi instaurado para o ordenamento jurídico do caso.
Os agentes deram a destinação correta dos ossos que foram encontrados durante a operação e os locais de abate clandestino foram interditados. A empresa fabricante e seus produtos para alimentação de ruminantes foram interditados por uso irregular do selo de inspeção federal.
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