
Em pronunciamento nesta quarta-feira (29), o senador Paulo Paim (PT-RS) destacou a atuação do governo no auxílio à população do Rio Grande do Sul diante das enchentes que estão ocorrendo na região. O senador ressaltou que o ministro Wellington Dias, do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), assinou a liberação de R$ 104 milhões para fortalecer a rede de assistência social e minimizar os impactos das inundações. Os recurso integram oPlano Brasil Sem Fome, coordenado pelo governo federal, abrangendo 80 ações e programas dos 24 ministérios que compõem a Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional.
— Até o momento, cerca de R$ 3 bilhões foram repassados pelo governo Federal, incluindo ação emergencial, empréstimo e antecipações para o enfrentamento da calamidade devido às mudanças climáticas, ciclones, fortes chuvas, enchentes e insegurança alimentar. O ministério também distribuirá 4.382 cestas de alimentos a pescadores do estado, afetados pelas enchentes, com três mil delas já entregues. Adicionalmente, 20 mil cestas foram entregues a famílias afetadas, e outras 20 mil também foram viabilizadas por meio da doação — e aqui reconhecemos a da igreja dos mórmons, através do Sesc — relatou o parlamentar.
Paim explicou que as mudanças climáticas têm impactado a região Sul do país, alternando períodos de seca com fortes chuvas. Além das situações de emergência e calamidade, esses eventos climáticos também geram insegurança alimentar na população. O senador destacou o fato de que o governador do Rio Grande Sul, Eduardo Leite, aderiu ao Plano Brasil Sem Fome, de combate à pobreza, de fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e de atendimento à população afetada pelas fortes chuvas.
— Solidariedade e fraternidade estão ligadas às políticas sociais e humanitárias. Governos têm a responsabilidade inegável de agir diante do sofrimento causado pela fome e de combater a miséria e a pobreza, especialmente quando comunidades inteiras são afetadas, como é o caso aqui, por mudanças climáticas. O comprometimento do Estado brasileiro, incluindo governos, Legislativo, poder público e iniciativa privada, é essencial para o bem-estar da população — observou Paim.
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