
O Hospital Regional Leônidas Melo, em Barras, voltou a ser símbolo da fragilidade da saúde pública no interior do Piauí. Em pleno período chuvoso, a unidade enfrenta infiltrações severas, com água invadindo áreas internas do hospital, situação que expõe pacientes, acompanhantes e profissionais a riscos constantes.
Relatos apontam que a chuva chega a cair dentro das instalações, comprometendo enfermarias, corredores e setores de atendimento. Além do desconforto, o problema traz sérias ameaças à segurança, como riscos elétricos e possibilidade de contaminação em um ambiente que deveria prezar pela higiene e pelo cuidado com a vida.
Profissionais de saúde, que já lidam com a sobrecarga de trabalho e a falta de recursos, precisam improvisar para manter o atendimento funcionando. Pacientes, muitos deles em situação de vulnerabilidade, são obrigados a enfrentar um cenário indigno, incompatível com o papel de um hospital regional.
O mais grave é que a precariedade estrutural não é novidade. As falhas no prédio são conhecidas há anos, mas até o momento não houve uma intervenção efetiva por parte do Governo do Estado. A ausência de reformas estruturais revela descaso com a população de Barras e dos municípios vizinhos que dependem diretamente da unidade.
Diante desse cenário, cresce a cobrança por providências urgentes. Garantir um hospital seguro, funcional e digno não é favor, mas obrigação do poder público. A saúde não pode esperar, e a população não pode continuar pagando o preço da omissão do Estado.
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