
O Fórum Econômico Mundial destacou as dez principais Tecnologias Emergentes de 2025 em relatório anual voltado a soluções com potencial transformador nos próximos três a cinco anos.
O relatório aponta para uma tendência crescente de convergência tecnológica, que vem moldando uma abordagem mais integrada e sistêmica da tecnologia, voltada ao enfrentamento de alguns dos principais desafios globais.
Daniel Parra, especialista em transformações tecnológicas e CEO da empresa especializada DPARRA Tecnologia, indica que, até 2035, uma convergência entre Inteligência artificial (IA) generativa, hiperautomação, data fabric em tempo real, cloud híbrida, edge computing e arquiteturas componíveis devem redefinir o ambiente empresarial.
"A IA deixará de ser ferramenta e se tornará motor operacional. O edge reduzirá latências e permitirá decisões locais instantâneas. Cloud híbrida dará elasticidade estratégica. Data fabric criará a espinha dorsal inteligente de decisão. E arquiteturas componíveis permitirão que empresas evoluam sem paralisar operações." afirma o especialista.
Para o executivo da DPARRA, a próxima década pode ser considerada a maior revolução tecnológica desde a internet comercial pela combinação inédita de três forças de transformação simultâneas: inteligência artificial em escala, infraestrutura distribuída globalmente e dados funcionando como eixo central de decisão.
"Isso impactará os negócios com a IA mudando produtividade, experiência do cliente e velocidade de inovação. A computação distribuída expandirá a capacidade operacional para níveis antes impossíveis, e os dados estruturados e governados permitem previsibilidade e precisão estratégica." detalha o CEO.
Segundo Daniel Parra, o resultado será modelos de negócios mais rápidos, exponenciais e altamente competitivos, com empresas passando a competir em eficiência, velocidade e inteligência operacional, além de preço e produto.
O executivo observa um cenário de consolidação global de uma "nova arquitetura digital", baseada em sistemas distribuídos, automação inteligente e estruturas orientadas a dados em tempo real. De acordo com ele, modelos monolíticos dão lugar a arquiteturas componíveis, microsserviços, cloud híbrida e estruturas altamente resilientes.
"Não estamos diante de mais uma onda tecnológica, mas de uma mudança estrutural na forma como empresas operam, escalam e competem. Não é sobre escolher uma tecnologia, é sobre integrar essas capacidades em uma arquitetura sólida, inteligente e segura. A empresa que trata tecnologia como suporte e não como estratégia já está atrasada." comenta.
Segurança
Conforme explica o especialista, manter legados fragmentados no Brasil oferece risco de perder competitividade. Segundo ele, sistemas antigos geram lentidã0, alto custo, vulnerabilidade cibernética e incapacidade de inovação.
"Eles impedem integração de dados, inviabilizam IA de forma eficiente e travam crescimento. Além disso, aumentam riscos operacionais e prejudicam a experiência do cliente."
Para o CEO, o caminho prioritário deve ser a modernização progressiva, segura e planejada, migrando para estruturas componíveis, implementação de governança de dados, automatização de processos críticos e adoção de arquitetura baseada em resiliência, segurança nativa e escalabilidade real.
De acordo com Daniel Parra, em termos de segurança e resiliência, segurança nativa na arquitetura, com zero trust, criptografia avançada, segmentação inteligente, monitoramento contínuo, planos de continuidade e estruturas multirregionais deixará de ser acessório e se tornará obrigatório. Além disso, governança de dados sólida, compliance rigoroso e cultura de segurança se tornarão fundamentais.
"Não basta proteger o perímetro, é preciso proteger identidade, dados, fluxos, aplicações e infraestrutura. Infraestruturas críticas exigirão resiliência real, com capacidade de falhar sem parar, recuperar rápido e operar com estabilidade mesmo sob pressão." avalia o especialista.
O executivo pontua que a DPARRA Tecnologia enxerga escalabilidade, segurança e alta performance como um único sistema, e trabalha com arquitetura inteligente, dados como eixo estratégico, automação estruturada e segurança integrada desde o desenho do sistema.
"Performance sem segurança não sustenta crescimento. Segurança sem escalabilidade engessa o negócio. Escalabilidade sem governança pode gerar caos. Nosso objetivo é entregar operações rápidas, seguras, resilientes e preparadas para crescimento internacional, com previsibilidade e controle real." conta Daniel Parra.
Para o especialista o momento é o mais decisivo da história recente da tecnologia e empresas que compreenderem isso vão liderar mercados, abrir novas fronteiras e crescer de forma sustentável.
"A nova arquitetura digital não é uma tendência do futuro, ela já está acontecendo agora. A DPARRA Tecnologia busca justamente ajudar empresas a atravessar essa transição com segurança, inteligência e alto desempenho." conclui.
Para conhecer as soluções da DPARRA Tecnologia, basta acessar: dparra.com.br/
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