
O projeto“Artesanato, Renda e Autonomia Feminina”foi concluído em Brasilândia deixando como resultado muito mais do que peças artesanais produzidas pelas participantes. A iniciativa criou um espaço de aprendizado, troca de experiências e valorização dos saberes tradicionais do povo Ofaié, aproximando cultura, identidade e possibilidades de geração de renda.
Executado pelaPrefeitura de Brasilândia, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura e da Coordenadoria de Cultura, o projeto foi realizado com recursos daPolítica Nacional Aldir Blanc (PNAB)e contou com o apoio daSecretaria Municipal da Mulher.
O projeto foi idealizado e conduzido pela artesã indígenaRosalina Martins de Souza Santos, conhecida como Rosalina Ofaié, que compartilhou conhecimentos relacionados à cultura e aos saberes tradicionais de seu povo.
Durante a oficina, as participantes tiveram contato com técnicas degrafismo, pintura e confecção de carimbos tradicionais, posteriormente utilizadas na personalização de ecobags.
Mais do que ensinar uma técnica artesanal, a atividade proporcionou uma aproximação com elementos da cultura indígena e demonstrou como conhecimentos transmitidos entre gerações podem continuar vivos por meio da arte e do compartilhamento de saberes.
Ao longo das atividades, o artesanato também foi apresentado como uma forma de expressão cultural e preservação da memória ancestral.
Cada técnica compartilhada durante o projeto ajudou a reforçar a importância de reconhecer e valorizar conhecimentos tradicionais que fazem parte da diversidade cultural presente em Brasilândia.
A proposta possibilitou que as participantes não apenas aprendessem novas habilidades, mas também compreendessem o significado cultural presente no processo de criação artesanal.
Outro eixo importante do projeto foi demonstrar como o conhecimento adquirido por meio do artesanato pode se transformar em uma possibilidade de geração de renda.
Ao aprender novas técnicas e desenvolver suas próprias produções, as participantes puderam ampliar habilidades que podem ser utilizadas na criação de produtos artesanais e, consequentemente, contribuir para novas oportunidades de autonomia econômica.
O projeto também estimulou acriatividade, a troca de experiências e o protagonismo feminino, reunindo mulheres em torno de uma atividade que une aprendizado, cultura e desenvolvimento pessoal.
A iniciativa evidencia ainda o papel da cultura na economia criativa local.
A valorização do trabalho artesanal contribui para reconhecer quem produz cultura no município e demonstra como os investimentos públicos no setor podem gerar resultados que ultrapassam a produção artística, alcançando também áreas como geração de renda, inclusão e desenvolvimento social.
Nesse processo, os conhecimentos tradicionais tornam-se também instrumentos para criar oportunidades, fortalecer identidades e incentivar novas formas de produção.
A realização do projeto foi possível por meio de recursos daPolítica Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB).
A política possibilita que recursos destinados à cultura cheguem aos agentes culturais e sejam transformados em projetos e atividades capazes de envolver a comunidade, preservar manifestações culturais e ampliar o acesso da população às diferentes formas de expressão artística.
Em Brasilândia, o projeto “Artesanato, Renda e Autonomia Feminina” demonstra, na prática, como o fomento à cultura pode conectarsaberes tradicionais, participação comunitária, valorização das mulheres e geração de oportunidades.
Com a conclusão da iniciativa, Brasilândia fortalece a valorização da diversidade cultural existente no município e reconhece o papel das mulheres na preservação e transmissão dos conhecimentos tradicionais.
APrefeitura de Brasilândia, na gestão da prefeitaMarcia Amaral, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, da Coordenadoria de Cultura e com o apoio da Secretaria Municipal da Mulher, segue incentivando iniciativas que ampliem o acesso à cultura e valorizem os agentes culturais do município.
O projeto deixa como resultado o conhecimento compartilhado, as experiências construídas pelas participantes e, principalmente, o reconhecimento de quepreservar os saberes ancestrais também é criar oportunidades para o presente e para as próximas gerações.
Fonte:Assessoria de Imprensa
Autor:Assessoria de Imprensa
Local:Brasilândia MS



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