
Morador da Reserva Extrativista Lago do Cuniã, Adegilton Alves Lopes destaca a expectativa da comunidade com o avanço do estudo para a Indicação Geográfica (IG) da carne de jacaré.
Segundo ele, o processo deverá levar entre um ano e meio e dois anos.
Para o diretor do Departamento de Desenvolvimento Rural e Técnicas Agrícolas da Semagric, Herlan Lopes, a iniciativa busca agregar valor à proteína e fortalecer o manejo sustentável. “Queremos que esse produto tenha mais qualidade, identidade e valor”.
O secretário da Semagric, Douglas Bener, ressalta que a parceria amplia as possibilidades de desenvolvimento para a comunidade, enquanto o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, destaca a importância de transformar o potencial da região em oportunidades de geração de renda.
Para o prefeito Léo Moraes, o reconhecimento da carne de jacaré do Cuniã pode transformar o potencial da região em novas oportunidades. “Estamos valorizando um produto da nossa Amazônia e, ao mesmo tempo, fortalecendo o trabalho das comunidades. A Indicação Geográfica pode agregar valor, gerar renda e mostrar para o Brasil a força e a identidade da produção sustentável do Cuniã”.
A Indicação Geográfica poderá reconhecer a origem e as características próprias da carne de jacaré do Lago do Cuniã, valorizando um produto amazônico de manejo sustentável e fazendo com que mais recursos permaneçam na própria comunidade.
Siga o canal oficial no WhatsApp e receba as principais informações diretamente no seu celular:
https://whatsapp.com/channel/0029VbCaSTO5q08TB4mYNM0o
Texto:Jean Carla Costa
Fotos:Jean Carla Costa
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Araçatuba - SP Patriotismo toma conta da Avenida dos Araçás no desfile de 7 de Setembro em Araçatuba
Campo Grande - MS Ações de prevenção ao suicídio reúnem servidores na Capital
João Pessoa - PB Com João Pessoa lotada, Emlur mantém ‘Operação Limpeza’ na Orla e coleta domiciliar regular Mín. 23° Máx. 38°