
Uma jovem de 22 anos registrou um boletim de ocorrência contra o próprio padrasto na cidade de Imperatriz, relatando ter sido vítima de abuso sexual e afirmando que chegou a ter um filho com o acusado em decorrência da violência sofrida. Mesmo após as denúncias formais, o homem permanece em liberdade e passou a perseguir a vítima constantemente na região.
Segundo o relato, ele monitora os locais que ela frequenta, realiza filmagens sem autorização e insiste em se aproximar, desconsiderando as negativas da jovem que, atualmente, convive com um companheiro com quem teve um filho que faleceu com apenas um mês de vida.
Com o estado psicológico severamente abalado e temendo por sua integridade física, a jovem decidiu manter sua identidade em sigilo para preservar sua segurança diante das ameaças invisíveis do cotidiano. Diante da gravidade da situação e da persistência do agressor em monitorá-la, a vítima agora aguarda uma atuação urgente e mais efetiva por parte das forças policiais locais.
O foco principal do apelo é a intervenção da Patrulha Maria da Penha, para que medidas protetivas sejam garantidas de forma prática, impedindo a continuidade das perseguições e assegurando o seu direito à proteção legal.
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