
O começo de ano da Estela Solitária após conquistar o Brasil pela 3º vez e a América de forma inédita no ano passado, se viu num dilema entre jogadores e diretoria, após surgir na imprensa esportiva do país de que o clube estaria com atraso nos pagamentos de premiações para os seus atletas.
Alguns jogadores relataram que não irão se reapresentar na próxima terça (14), data que o elenco principal se reapresenta para a temporada 2025. Segundo alguns representantes do corpo diretivo do clube, compreendem que essa ação é movida pelos empresários dos atletas e ratifica que irá regularizar tudo neste mês, para não causar mais nenhum atrito entre diretoria e jogadores. A ideia inicial era de repassar 40% de todo a arrecadação, valor esse que se aproxima de R$ 80 milhões em decorência das campanhas vitoriosas do clube em 2024, sendo dividido de forma igualitária entre os jogadores.
O início de toda essa pendência se deu no dia 20 de dezembro, data que foi combinada entre diretoria e atletas, intermediada pelo setor financeiro do clube, para o repasse desses valores. O problema é que o Botafogo havia recebido o montante 7 dias depois da data marcada, e nesse momento, o clube já havia liberado seus funcionários do respectivo setor, para que pudessem aproveitar com seus familiares o período de festas do final de ano, e com isso, não havia responsáveis no setor financeiro para que pudessem cuidar dos repasses.
A CONMEBOL já tinha feito o repasse da premiação para a CBF no dia 20, só que a mesma, levou uma semana para enviar o montante para os cofres do clube carioca. O Botafogo foi obrigado a agendar outras datas para os repasses, sendo a primeira data prometida no dia 7 de janeiro, e posteriormente, no dia 17 desse mesmo mês. Os jogadores entenderam que as sucessivas mudanças de datas, acabou causando um mal-estar entre eles e a diretoria. Em uma nota, o Botafogo informou que alguns jogadores que foram transferidos para outros clubes, cogitaram um aumento de 25% nos respectivos valores em meados do final da temporada, sem ter uma base contratual alguma".
Em meio a tudo isso, empresários e agentes estão pressionando o clube em referência à valores de comissões, luvas e participações em certas negociações do clube nos últimos anos, pressão essa que já é recorrente desde o ano anterior. A diretoria não está satisfeita com essas ações e está cuidando caso por caso com os profissionais.
A mensagem de não-reapresentação foi enviada no grupo de Whatsapp dos atletas, só que o clube entende que isso é um pequeno exagero devido a todos os últimos acontecimentos, mas salienta que reconhece essas pendências. De forma interna, esses assuntos estão sendo acumulados por membros diretivos desde a saída de Pedro Martins, que decidiu ser o CEO do Santos no começo do ano. Lembrando que desde a virada do corrente ano, o clube não tem um diretor de futebol e um profissional competente para cuidar dos referentes assuntos e fazer essa mediação entre os cartolas e os atletas.
O Botafogo estreia amanhã às 16h no Campeonato Carioca contra o Maricá, estreante na primeira divisão estadual, no Estádio Nilton Santos.
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