
Entre as comunidades que serão beneficiadas com títulos coletivos estão Lagoa dos Martins, Cabeceira do Rio e Brejo do Miguel. A titulação dessas áreas não apenas assegura a permanência das comunidades em seus territórios, mas também fortalece a preservação ambiental e a continuidade de práticas culturais tradicionais, promovendo o desenvolvimento sustentável.

O Interpi já vem atuando de forma contínua na região, desenvolvendo ações em parceria com as comunidades. Um exemplo disso foi o trabalho realizado em Gilbués, onde o consultor jurídico, Saullo Lopes, esteve reunido com representantes de comunidades tradicionais para orientar sobre a obtenção de CNPJ e os processos de titulação de terras. Essa etapa é fundamental para que as comunidades possam acessar políticas públicas e garantir direitos. A atuação de Saullo foi elogiada pela Comissão Pastoral da Terra, que destacou sua disponibilidade e agilidade no atendimento às comunidades.
Rodrigo Cavalcante, diretor-geral do Interpi, enfatizou a relevância do diálogo com os movimentos sociais para o avanço das políticas públicas.

“Manter um diálogo constante com os movimentos sociais é fundamental para entender as reais necessidades das comunidades e construir soluções que atendam suas demandas. Essa troca fortalece nossas ações e garante que o processo de regularização fundiária seja inclusivo, seguro e participativo.”
Com ações como essa, o Interpi reafirma seu compromisso com a justiça social e o desenvolvimento sustentável no Cerrado piauiense, consolidando o Piauí como referência nacional na regularização fundiária e na valorização dos povos e comunidades tradicionais.
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