
Uma investigação minuciosa da Polícia Civil do Estado do Ceará (PC-CE) culminou, na última quinta-feira (15), na prisão de um homem, de 37 anos, e de uma mulher, de 28 anos, apontados como chefes de um grupo criminoso com atuação em Itapipoca – Área Integrada de Segurança 17 (AIS 17) do Ceará. Em desfavor dos alvos, que foram capturados em um apartamento de luxo em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, foram cumpridos mandados de prisão preventiva. A ofensiva policial contou com o apoio da Polícia Civil de Santa Catarina. Além das prisões, a PC-CE cumpriu uma ordem judicial em desfavor de um homem que já se encontra recolhido em uma unidade prisional, no Ceará.
Segundo investigações coordenadas pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) da PC-CE, o suspeito identificado como Danilo de Sousa Rios (37), também conhecido como “Ferrari”, natural da Bahia, e sua companheira identificada como Hadassa Irineu Alves (28), natural de Itapipoca/CE, são investigados por serem integrantes de um grupo criminoso com atuação em Itapipoca, no Ceará. Ainda segundo apurações policiais, o casal ostentava uma vida de luxo em Santa Catarina.
Eles foram localizados e presos em um apartamento avaliado em cerca de R$2 milhões e em posse de um veículo de luxo. Conforme levantamento policiais, o casal estaria morando próximo a orla de Balneário Camboriú/SC. Além das prisões, um veículo e aparelhos também celulares foram apreendidos. Além disso, a Polícia Civil representou pelo sequestro de bens e bloqueio de contas bancárias.
Após as capturas, Danilo e Hadassa foram conduzidos para uma unidade policial em Santa Catarina, onde as ordens judiciais foram cumpridas. O casal foi recambiado para o Ceará, nesse domingo (18), onde permanecem à disposição da Justiça.
A ação policial culminou ainda no cumprimento de mandado de prisão preventiva em desfavor de Márcio Elano Barroso de Sousa. A ação judicial foi cumprida na última quinta-feira (15). O homem também é apontado como chefe de um grupo criminoso com atuação em Itapipoca. O alvo, que possui extensa ficha criminal por crimes de homicídio, roubo, lesão corporal, receptação e crime contra a administração pública, já se encontra recolhido em uma unidade prisional, no Ceará, desde de abril deste ano.
Para combater a atuação de grupos criminosos no Estado, a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) conta com a participação da população para repassar informações que auxiliem os trabalhos investigativos. Por isso, a unidade especializada da Polícia Civil do Ceará mantém um número de WhatsApp para receber denúncias de ações criminosas em todo o Estado. A população pode enviar mensagens de texto, áudios, fotos e vídeos para o número (85) 98969-0182.
As denúncias também podem ser feitas, por meio de ligação gratuita, para o 181, ou enviando mensagem para o WhatsApp (85) 3101-0181 do Disque-Denúncia da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS). O sigilo e o anonimato são garantidos.
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