
As férias escolares são um momento muito aguardado pelas crianças, mas traz um verdadeiro desafio para os pais e responsáveis que desejam manter os filhos longe das telas e ativos. Com foco no desenvolvimento cognitivo, motor e emocional, a coordenadora do curso de Terapia Ocupacional da UNINASSAU Jockey, Nívea Rocha, e a professora do curso, Letice Ribeiro, listaram atividades lúdicas que podem ser realizadas em casa.
Reunir amigos em casa
Segundo as terapeutas ocupacionais, a convivência com amigos permite a realização de competições saudáveis por meio de jogos e brinquedos lúdicos. Como quebra-cabeça, jogo da memória e boliche, estimulando a socialização e o raciocínio.
Materiais reciclados
A construção de brinquedos com materiais recicláveis é apontada como uma atividade divertida e educativa. “Além de estimular a criatividade, essa prática trabalha a conscientização e a importância da reciclagem”, afirma Nívea Rocha.
Brincadeiras que movimentam o corpo
“Brincadeiras como amarelinha e pular corda são muito animadas e as crianças adoraram. Elas potencializam a percepção, a conscientização e o esquema corporal”, explica Letice Ribeiro.
Oficina de contação de histórias
A coordenadora Nívea Rocha destaca o poder lúdico de atividades voltadas à imaginação, como teatrinho de fantoches ou dedoches. “A ideia é fazer com que as crianças sejam os personagens, incentivando a imaginação e a criatividade”, ressalta.
Oficina de slime, massinha de modelar, quebra-cabeça e jogo da memória
Para Letice Ribeiro, essas atividades estimulam a criatividade e a percepção tátil dos pequenos. “Os jogos favorecem a atenção e a concentração, o raciocínio lógico, a resolução de problemas, além da imaginação. A criança aprende fazendo, experimentando e errando, o que é essencial para o aprendizado cognitivo”, pontua.
Ainda segundo a professora do curso de Terapia Ocupacional da UNINASSAU Jockey, Letice Ribeiro, as atividades propostas promovem o desenvolvimento integral da criança, algo que o uso excessivo de telas não consegue oferecer sozinho. “Essas atividades não são apenas brincadeiras. Elas educam, desenvolvem, fortalecem vínculos e cuidam da saúde física e emocional da criança, além de serem uma estratégia poderosa para reduzir o uso excessivo de telas de forma saudável e prazerosa” destaca.
A coordenadora do curso de Psicologia da UNINASSAU Jockey, Danubya Pires, reforça a importância das atividades integrativas realizadas em casa. “Brincadeiras em grupo, jogos, oficinas criativas e atividades corporais contribuem para o desenvolvimento emocional, pois estimulam vínculos, comunicação, autoestima e habilidades sociais. Além disso, essas vivências favorecem a autorregulação, ensinam a lidar com frustrações e ajudam a reduzir o estresse e a ansiedade”, explica.
Segundo a especialista, a Psicologia e a Terapia Ocupacional reconhecem as atividades integrativas e de interação no ambiente familiar como fundamentais para o desenvolvimento infantil e para a saúde mental. Assim fortalecem aspectos emocionais, cognitivos, sociais e físicos da criança.
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