
O Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI) ressaltou, em nota, a relevância da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) junto ao mercado de capitais em seus quase 50 anos de história e defendeu avaliação minuciosa sobre a transferência das atribuições de regulação e fiscalização dos fundos de investimento, hoje realizadas pela autarquia, para o Banco Central.
"Acreditamos que a sugestão de transferência das atribuições de regulação e fiscalização dos fundos de investimento, hoje realizadas pela CVM, para o Banco Central, conforme anunciada no dia 19 de janeiro de 2026, pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, deve ser analisada minuciosamente sob todos os ângulos, de forma transparente e com embasamento técnico", de acordo com a nota do IBRI.
Segundo a nota do Instituto, a autarquia tem realizado um trabalho sério, com independência e transparência ao longo de sua atuação, objetivando assegurar o funcionamento do mercado de capitais brasileiro, além de proteger o investidor e garantir o desenvolvimento e fiscalização do mercado de valores mobiliários no país.
"A CVM conta com profissionais de carreira altamente qualificados, competentes e que entendem com profundidade o funcionamento do mercado de capitais. Esses profissionais atuam com rigor técnico e foco na governança corporativa para promover um ambiente regulatório seguro, confiante e perene", segundo a nota.
A nota do IBRI enfatiza que o Instituto e a CVM mantêm uma longa relação de colaboração, focada no desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro, na capacitação e valorização da profissão de Relações com Investidores e na melhoria e disseminação das boas práticas do mercado, com foco sempre no diálogo contínuo e escuta ativa.
Para mais informações sobre a nota do IBRI, basta acessar o conteúdo na íntegra.
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