
Durante uma operação conjunta de monitoramento, nessa segunda-feira (22), no Rio Cocó, foi desmontada e retirada do leito do recurso hídrico, uma rede irregular, instalada para a pesca predatória. De acordo com o Tenente Araújo, um veterano da navegação no Cocó, a irregularidade foi descoberta durante uma ação de monitoramento que ele realizou com o apoio do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA). “Retiramos 30 estacas que seguravam a rede e que foram feitas a partir da supressão de mangue”, disse.

Além de ter utilizado o mangue novo (vegetação que compõe os manguezais) para fazer as estacas que seguravam a rede, esse tipo de apetrecho que foi colocado de forma atravessada e fantasma, no leito do rio, impacta negativamente sobre a biodiversidade local. O Rio Cocó é uma das atrações mais populares da Unidade de Conservação (UC), Parque Estadual do Cocó, além de ser um importante afluente do Rio Ceará.
Para regulamentar a pesca no Cocó, em 2022, a Secretaria do Meio Ambiente e Mudança do Clima (Sema) cadastrou pescadores e marisqueiras que atuam entre a foz e a barragem do rio. De acordo com a Sema, “a rigor, por se tratar de uma UC estadual, categoria Proteção Integral, a pesca e a caça no Parque do Cocó não é permitida”.
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