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Crianças localizadas em hotel no Centro de São Paulo não são irmãos desaparecidos no Maranhão, diz polícia
Irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, estão desaparecidas desde o dia 4 de janeiro, no povoado São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal.
26/01/2026 10h02
Por: Amanda Lafayette Fonte: G1 Maranhão
Foto: Reprodução/ Redes Sociais

A Polícia Civil de São Paulo descartou a hipótese de que Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, teriam sido vistos em um hotel no Centro da capital paulista. De acordo com a polícia, equipes foram até o endereço apontado na denúncia e constataram que as crianças encontradas não são as mesmas que estão desaparecidas.

As crianças estão desaparecidas desde o dia 4 de janeiro, no povoado São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal, no Maranhão.

As buscas seguem em andamento de forma integrada entre as forças de segurança. Os trabalhos não se limitam a um único local e incluem áreas de mata, rios e lagos, além do avanço das investigações conduzidas pela Polícia Civil.

Confira nota da SSP-SP:

"A Polícia Civil, por meio da Divisão Antissequestro do DOPE, esclarece que não procede o fato das crianças citadas terem sido encontradas em São Paulo. Os policiais da divisão, cientes da denúncia, foram aos endereços informados e constataram que as crianças ali presentes não são as mesmas que estão desaparecidas".

Buscas

A força-tarefa que procura pelos irmãos passou a ser feita de forma mais direcionada, com foco na investigação policial e na adoção de ferramentas que possam ajudar na localização das crianças. Entre os recursos usados está o protocolo Amber Alert, coordenado pela Polícia Civil do Maranhão.

De acordo com o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, o uso do Amber Alert é considerado essencial para ampliar o alcance das buscas pelos irmãos.

O alerta é ativado por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e permanece ativo no feed de usuários da região. As notificações incluem dados como nome, características físicas e contato para envio de informações.

Segundo o MJSP, o protocolo é utilizado de forma excepcional, quando há indícios de que a criança ou adolescente esteja em risco de morte ou de lesão corporal grave.

(Foto: Reprodução/ CBMMA)