Polícia Crime
Ex-jogador de futebol é preso suspeito de participar em tentativa de latrocínio contra empresário no Ceará
Crime aconteceu no dia 15 de dezembro de 2025, quando a vítima teve o carro cercado pelo veículo dos criminosos; empresário estava transportando um malote com uma grande quantia em dinheiro, que não foi roubado.
21/01/2026 10h16
Por: Amanda Lafayette Fonte: g1 Ceará
Foto: Reprodução

Neste terça-feira (20), um homem de 35 anos foi preso suspeito de participação em uma tentativa de latrocínio ocorrida  em Iguatu, no interior do Ceará. O suspeito foi identificado como Joceano da Silva Santos, ex-jogador de futebol profissional conhecido como "Jô Baiano".

O crime aconteceu no dia 15 de dezembro de 2025, quando a vítima teve o carro cercado pelo veículo dos criminosos. No momento do ataque, o empresário estava transportando um malote com uma grande quantia em dinheiro, que não foi roubado.

Joceano foi capturado em Campina Grande, de onde é natural, com apoio da Polícia Civil da Paraíba. Jô Baiano é a sexta pessoa presa suspeita de envolvimento no crime. No último dia 8, um estudante de medicina, de 22 anos, foi preso na Bahia apontado como mandante do crime.

Jô Baiano é investigado por ser o responsável, junto ao jovem preso na Bahia, por ter feito a logística do crime contra o empresário, levantado a rotina da vítima, estudando o ponto de abordagem do crime e as rotas de fuga.

Um homem de 22 anos foi o quinto suspeito preso. Ele, que é estudante de medicina em Salvador, foi apontando como mentor da tentativa de latrocínio. O homem, que não teve a identidade repassada, foi preso no dia 8 de janeiro, no aeroporto de Salvador, na Bahia.

Conforme a Polícia Civil, o suspeito, foi responsável pelo estudo logístico da rotina da vítima, do local do crime, e por dar fuga aos executores.

O criminoso, que é natural de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, mas residia em Salvador, foi capturado pelos agentes no momento que desembarcava de um voo que saiu do Estado de origem para a capital baiana.

(Foto: Valdevan Rodrigues/ Arquivo pessoal)