Geral Moradia
Unidades do Minha Casa, Minha Vida na zona Sul de Teresina serão entregues em 2027
A estimativa foi apresentada nesta sexta-feira (18), durante visita às obras no bairro Angelim, que contou com a presença do ministro Wellington Dias.
18/09/2026 15h13
Por: Fabio Brito Fonte: ass

Os residenciais Reserva Angelim I e Reserva Angelim II, construídos pelo programa Minha Casa, Minha Vida na zona Sul de Teresina, têm previsão de entrega para o início de 2027. A estimativa foi apresentada nesta sexta-feira (18), durante visita às obras no bairro Angelim, que contou com a presença do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.

Os dois empreendimentos fazem parte de um conjunto de quatro obras habitacionais que inclui ainda os residenciais Rosina e Maria do Carmo. Juntos, os projetos somam 624 apartamentos, distribuídos em 39 blocos com 16 unidades cada, e representam um investimento de quase R$ 100 milhões.

Segundo a engenheira Maria Clara, responsável pelas obras, Angelim I e II foram os primeiros empreendimentos iniciados e estão em estágio mais avançado. Já Rosina e Maria do Carmo começaram a ser construídos há cerca de quatro meses e têm um cronograma de execução de mais 14 meses.

Além de ampliar a oferta de moradias, os empreendimentos também movimentam o mercado de trabalho na capital. Atualmente, cerca de 280 trabalhadores atuam nas obras e há previsão de contratação de mais 100 profissionais.

Durante a visita, Wellington Dias ressaltou que o Minha Casa, Minha Vida representa uma política que, na avaliação dele, vai além da entrega de imóveis e busca atender famílias de diferentes faixas de renda, especialmente aquelas em situação de maior vulnerabilidade.

“O que me encanta no Minha Casa, Minha Vida é essa solução que o Brasil encontrou para garantir habitação numa condição em que tanto a classe média consegue ter habitação de qualidade a um preço justo, mas também garantir que as pessoas de baixa renda, mesmo numa condição de pobreza, possam ter a moradia”, afirmou.

O ministro também defendeu que os novos conjuntos sejam planejados levando em conta outros serviços e estruturas necessários para as famílias, como saúde, educação, lazer, transporte, segurança e energia.

“Não é só a casa, não é só a moradia. É a humanização, espaço de lazer, pensando em crianças, em adolescentes, você poder ter naquela região a unidade de saúde, a escola com ensino, educação infantil, com ensino fundamental, ensino médio naquela região, as condições de transporte, a ligação, segurança e energia”, destacou.

Wellington Dias também chamou atenção para o impacto que a conquista da casa própria pode representar no orçamento de famílias que atualmente vivem de aluguel.

“Imagine alguém que tem baixa renda e tenha que viver pagando aluguel. Aqui tem um impacto na qualidade de vida, quando ela passa a ter uma moradia, muitas vezes pagando ali 10, 20% do máximo que pagava de aluguel e tendo um imóvel que é seu”, declarou.