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Alerta no Maranhão: Balsas lidera ranking de picadas por animais peçonhentos; veja cidades com mais casos
Secretaria de Saúde reforça importância do socorro rápido e condena uso de receitas caseiras após acidentes com escorpiões e aranhas no estado.
14/07/2026 10h46
Por: Manoel Messias

O município de Balsas lidera o número de acidentes envolvendo animais peçonhentos no Maranhão no primeiro semestre de 2026. De acordo com o levantamento da Secretaria de Estado da Saúde (SES), a cidade registrou 90 notificações entre janeiro e junho deste ano.

O monitoramento aponta que o problema atinge diferentes regiões do estado, com destaque para municípios do leste maranhense e da região central.

Atrás de Balsas, outras cidades maranhenses apresentam números expressivos e acendem o alerta para as equipes de saúde pública. Veja o ranking dos municípios com mais registros no primeiro semestre:

 

Monitoramento e distribuição de soro pelo SUS

Para conter os impactos e garantir a assistência adequada às vítimas, a SES mantém ações permanentes de vigilância epidemiológica. O órgão presta suporte técnico aos municípios, capacita profissionais de saúde para o manejo clínico dos pacientes e monitora rigorosamente o estoque e a distribuição de soros antivenenos nas unidades de referência do estado.

Tratamento gratuito: Quando há indicação médica, o soro antiescorpiônico ou antiaracnídico é fornecido de forma totalmente gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O socorro imediato é crucial, especialmente para grupos de maior risco, como crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

 

Como prevenir acidentes dentro e fora de casa

Além do suporte médico, o poder público reforça a importância das medidas preventivas para evitar o contato com animais como escorpiões, aranhas e cobras. As principais orientações são:

 

O que fazer em caso de picada?

Em caso de acidente, a vítima deve ser encaminhada imediatamente à unidade de saúde mais próxima.

A Secretaria de Saúde faz um alerta rigoroso: procedimentos caseiros não devem ser realizados. Práticas como cortar o local da ferida, furar, queimar ou aplicar substâncias caseiras sobre a picada podem agravar a lesão, provocar infecções secundárias e atrasar o início do tratamento soroterápico correto.